Ausência de vereadores enfraquece sessão que fica sem qúorum para deliberações de suas responsabilidades
SANTANA DO MATOS
CRÔNICASUPLENTE NÃO ASSUME POR FALTA DE QUÓRUM
Por Dutra Assunção

[Tal qual tragédia shakesperiana, temos nossos contos, por enquanto engraçados. Com criatividade, juntemos a sensibilidade cultural do passado com as responsabilidades desgastadas e não assumidas pelos novos tribunos, faltosos, desmotivados talvez, pelo novo pano de fundo manchado pela corrupção do país]
Vamos a um fato real. Em sessão da câmara municipal em Santana do Matos, dia 2 de setembro, uma situação inusitada e paradoxal deixou os vereadores presentes a sessão impotentes para o exercício das funções. Diante dos edis, um suplente cumprindo normas e regulamentos, aguardava na galeria da casa, todo formal e com boas intenções - de terno e gravata como manda o figurino, o solene momento para assumir a vacância deixada por um correligionário licenciado por 30 dias. Expectativas frustradas, a sessão não tinha o número mínimo de legisladores presentes para quorum de deliberações de decisões, reza o estatuto da instituição. Tal e qual a manchete, o povo em geral e os próprios legisladores, talvez perguntem: Os fins justificam os meios? Não seria tão maquiavélico na política local inverter para: Os meios não justificam os fins? Ou, popularmente, o povão sertanejo, já politizado indaga: quem nasceu primeiro - o ovo ou a galinha?! Meio sem graça a pergunta exclamativa. Mas, na câmara municipal de Santana do Matos em sessão ordinária, o fato, não foi um causo, foi notícia em foco.
Tal qual tragédia shakesperiana, temos nossos contos engraçados. Com criatividade, juntemos a sensibilidade cultural do passado com as responsabilidades desgastadas e não assumidas pelos novos tribunos, faltosos e desmotivados pelo novo pano de fundo manchado pela corrupção do país.
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